quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

O QUE É HOMOSSEXUALISMO?








Muitos crentes, quando questionados sobre as causas do homossexualismo, apontam imediatamente para fatores espirituais, como possessão, segundo dizem. Isso é um claro sinal de desconhecimento bíblico-teológico sobre a questão e, às vezes, de preconceito (a Bíblia não faz diferenciação de pecado – 1 Co 6.9 – 10).
A influência maligna existe como em qualquer outro pecado, pois Jesus disse que o diabo é mentiroso e nunca se firmou na verdade (Jo 8.44). A homossexualidade é uma mentira dentro dos propósitos maravilhosos de Deus para a sexualidade humana. Jay Adams comenta a questão da seguinte forma:
“(o diabo) não pode ser acusado do pecado da homossexualidade de maneira tal que seja removida a responsabilidade daqueles que o cometem. O comportamento homossexual é pecaminoso, e não o produto de uma irresistível influência satânica ou possessão ou controle demoníaco. (…) Em nenhuma das passagens onde o homossexualismo é condenado, jamais é especialmente vinculado à influência satânica ou demoníaca.”
Quando entendem que não é possessão maligna, alguns levantam a hipótese de o problema ser orgânico. Pesquisas tentando mostrar causas-efeitos biológicos ou genéticos para a homossexualidade existem há quase um século. Mas, o fato é que, ao longo dos anos, nenhuma pesquisa jamais provou que a homossexualidade resulta de fatores biológicos. O psiquiatra John White traz uma informação esclarecedora sobre a questão:
“Até agora, a ciência buscou em vão uma causa física para a homossexualidade. Os testículos dos homens homossexuais produzem os mesmos tipos de hormônio dos homens normais. Os ovários e as outras glândulas responsáveis pelos hormônios da mulher homossexual produzem a mesma proporção de hormônios sexuais da mulher normal. (…) Evidências científicas parecem sugerir que embora nossos hormônios sexuais sejam responsáveis (pelo menos em parte) pelo fato de termos um comportamento sexual e experimentarmos impulsos sexuais, eles não determinam necessariamente o tipo de comportamento sexual que adotamos nem o sexo do parceiro que escolhemos.”
Se não existem provas de que o homossexualismo seja de ordem biológica devemos questionar, então, quais são os fatores que levam uma pessoa à homossexualidade. Ankerberg e Weldon falam da ausência de fatores orgânicos e a realidade de que homossexualismo é um comportamento aprendido. Eles citam as conclusões a que chegaram o Dr. Joseph Nicolosi, Willian Masters e Virgínia Johnson – três grandes pesquisadores americanos da área de sexualidade humana:
“O Dr. Joseph Nicolosi salienta que já examinou todos os tipos de literatura científica que têm relação com os supostos princípios biológicos da homossexualidade: ‘Eu mesmo revisei toda a literatura… e certamente não acredito, e acho que nenhum cientista realmente acredita, que haja predeterminação para a orientação sexual.
Existem muito mais evidências para os fatores ambientais que, desde cedo, determinariam a orientação sexual de uma pessoa.
“Ninguém menos que a grande autoridade no assunto, o próprio Alfred Kinsey, conforme citado por W.B. Pomeroy, seu pesquisador adjunto, declara: ‘Eu mesmo cheguei à conclusão de que a homossexualidade é, em grande escala, uma questão de condicionamento.’
Talvez isso explique porque os especialistas em sexo Masters e Johnson enfatizem: ‘É de grande importância que todos os profissionais da área de saúde mental tenham em mente que o homossexual masculino ou feminino é basicamente um homem ou uma mulher por determinação genética, com orientação homossexual por preferência aprendida’.”
Cientistas do comportamento humano, conselheiros e terapeutas de ex-homossexuais têm quase a mesma opinião sobre as causas do homossexualismo: a maioria dos homossexuais teve problemas na área familiar.
Muitos tornaram-se homossexuais pela falta de referência saudável dos pais, falta de afetividade e toques físicos, ausência de exemplo paternal sadio, inversão de papéis dos mesmos (mães dominadoras e superprotetoras e pais apagados ou indiferentes), moralismo excessivo ou ausência de educação sexual, separação dos pais e violência no lar.
O psicólogo americano Gary Collins acredita que o fator de maior influência é, no entanto, o que envolve pais e filhos. Ele afirma:
“Teorias psicanalíticas afirmam que a homossexualidade afeta os homens criados em famílias onde o pai é uma figura passiva e ineficaz, enquanto a mãe é dominadora. A mãe ensina sutilmente o filho a ser passivo e dedicado a ela. Ele não tem um exemplo masculino forte a seguir e logo descobre que é menos competente que os companheiros para relacionar-se com as meninas.
O filho perde então a confiança em sua masculinidade e teme a idéia de intimidade com mulheres. As filhas em tais famílias sentem que os pais são pouco amigáveis ou as rejeitam e elas têm então pouca oportunidade para relacionar-se com homens realmente masculinos, associando-se melhor com as mulheres. Esta explicação é a causa mais comumente aceita e melhor documentada para a homossexualidade.”
Além de lares disfuncionais, algumas experiências na infância e adolescência levaram pessoas às práticas homossexuais: experiências sexuais – satisfatórias ou não – com pessoas do mesmo sexo (colegas, primos, parentes); medo; insegurança; a própria escolha de praticar o homossexualismo e abuso sexual na época da formação da identidade sexual. Segundo informações de líderes de ministérios com ex-gays nos EUA, 85% das mulheres lésbicas que buscam ajuda, sofreram algum tipo de abuso e entre 50 e 60% de homens homossexuais sofreram abuso sexual.
É importante ressaltar que muitos envolveram-se no homossexualismo, também, devido a rótulos que receberam: “Você é gay!”, “Sua bicha louca!”, “Mulher-macho, sapatão!”, “Você é bicha mesmo e não tem jeito!” etc. Ouvir tudo isso é forte e doloroso demais para crianças e adolescentes. Com certeza esses rótulos marcam suas mentes e emoções. E, como a maioria não tem um lar amigável (onde os pais mantém constante diálogo com os filhos e os orientem com amor), acaba acreditando nas mentiras que lhes são ditas e assimilam psicológica e emocionalmente os tais rótulos.
Fonte: www.cacp.com.br


quarta-feira, 3 de outubro de 2018

A inauguração do templo da AD no Brás

No dia 25 de janeiro de 1962, São Paulo estava em festa. Era 408º aniversário de fundação 
da cidade. Comemorações em diversos pontos da metrópole eram feitas. Mas no famoso 
bairro operário do Brás, localizado na região central da metrópole paulista, a festa era 
outra. Ocorria a inauguração do templo da AD Ministério de Madureira.

Ainda de madrugada, ônibus lotados de entusiasmados fiéis chegavam para o grande 
evento. Bandas musicais começaram a tocar a alvorada pelas ruas do movimentado 
bairro paulistano, antecipando assim as grandes festividades. Por volta das 14 horas, na 
Praça da Sé, uma grande multidão seguiu em cortejo ao novo templo.

Pastor Álvaro e filhas: prontos para o desfile da inauguração


À frente, uma vistosa banda musical (com mais de 200 componentes) abria o caminho. 
Atrás, pastores, evangelistas, presbíteros, diáconos, banda feminina, assistentes sociais, 
membros do coral e mais de 10 mil crentes seguiam em desfile até à rua Major Marcelino.

Chegando em frente ao novo templo foi executado o Hino Nacional. Pastor Álvaro 
Motta, responsável pela igreja, num gesto de reconhecimento ministerial entregou a chave da 
porta principal para Zélia Macalão, esposa do pastor Paulo Macalão que por motivo por 
questões de enfermidade não esteve presente. Zélia corta a fita simbólica e abre as 
portas do templo para alegria de todos.

Foram muitos os convidados para a grandiosa inauguração. Praticamente todos os 
principais pastores de Madureira se fizeram presentes nas celebrações. Da AD Missão, 
Lídia Nelson representava o seu esposo, o missionário Nels Nelson. Pastor Francisco 
Pereira do Nascimento da AD em São Cristóvão (RJ) também marcava presença. 
Ministros evangélicos de outras denominações também prestigiaram o evento como o 
pastor Natanael Quintanilho da Igreja Metodista e secretário da Sociedade Bíblica do Brasil.


Interior do templo da AD no Brás


Durante os 17 dias de festa, estudos bíblicos foram ministrados com o sugestivo tema
"Queremos conservar o modelo da Igreja Primitiva". Cícero Canuto de Lima, Alfredo 
Reikdal, Eduardo Modesto, Eurico Bergstén, Nicodemos José Loureiro entre outros 
ministraram na ocasião.

Para à época, a construção da sede no Brás era arrojada e moderna. Com dois amplos 
pavimentos, o térreo media 10x12 metros e contava com secretaria, sala de assistência 
social, tesouraria, cozinha, banheiros masculinos e femininos. No segundo piso, havia 
uma nave medindo 10x35 metros, com duas galerias na área frontal e mais uma nos fundos 
para o coral. No 1º púlpito havia lugar para 40 obreiros e batistério. No 2º púlpito o 
espaço era para 60 pastores. A torre de 30 metros e o relógio eletrônico chamava a 
atenção dos moradores do bairro.

                                                               Antigo templo do Brás: imponente obra

Edificado em 2 anos e meio (exatamente 2 anos, 6 meses e 12 dias), o templo da rua 
Major Marcelino destacava-se por sua imponência em meio ao casario do bairro, 
simbolizando à ascensão da igreja de Madureira em São Paulo e o dinamismo do seu 
ministério. A AD no Brás ganhava mais visibilidade. 

Tempos depois, A AD no Belém (SP) reclamou nas páginas do Mensageiro da Paz "ser uma 
grande desconhecida", pois não objetivava "fazer propaganda" do seu trabalho. Seria um 
efeito colateral das realizações e divulgação dos trabalhos da AD no Brás? 

Após 44 anos de utilização do templo, em 2006, a sede do ministério foi transferida para a 
avenida Celso Garcia. Que saudade da simplicidade daquele povo e das grandes mensagens 
pregadas por aqueles antigos pastores. Que saudade daqueles cultos onde meu pai me levava e eu, ainda criança, ficava olhando aquele teto azul, que lembrava o céu.

Fontes:

MENSAGEIRO DA PAZ. Rio de Janeiro: CPAD. Ano 32, n. 7. 1ª quinzena de abril de 1962, p. 5-6.

MENSAGEIRO DA PAZ. Rio de Janeiro: CPAD. Ano 32, n. 16. 2ª quinzena de agosto de 1962, p. 5.


Fotos: acervo da família do pastor Álvaro Motta
                                                                


quarta-feira, 1 de agosto de 2018


Confirmado o Cancelamento da participação dos quatro cantores gospel no evento da Seita Moon
Os cantores Aline Barros, André Valadão, Priscilla Alcântara e Talles Roberto cancelaram suas participações no evento Festival Família 2018. Este evento está marcado para o dia 4 de agosto no Allianz Parque, na cidade de São Paulo.
E agora o que vai acontecer, pois depois que se assina um contrato e o mesmo é desfeito? Quem saiu no prejuízo? Será que vão dizer que iriam cantar de graça? Não!!! Nada disso!
Eles fizeram um contrato e todo contrato tem os dois lados da moeda. E agora quem pagou quem? A pergunta que não quer calar: A seita ficou no prejuízo? Ou os cantores pagaram por uma quebra de contrato?
Por que eles não vêm a público dizer que não vão cantar pelo fato de ser uma seita que nega as principais doutrinas cristãs, além de ter um falso Cristo?
Eles usaram suas redes sociais apenas para comunicar o cancelamento, mas e a causa do cancelamento?
Será que foi mesmo por causa do anuncio do Silas Malafaia na televisão ou foram as reações na internet?
Até quando veremos o santo misturado ao profano?
A Bíblia dá a resposta: até o arrebatamento da Igreja.
MARANATA!

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Pode um cristão ser maçom?



O título desse estudo pode parecer estranho para os maçons e para muitas pessoas, uma vez que elas consideram a maçonaria como sociedade secreta e não religião. Esse trabalho tem como finalidade alertar os cristãos sobre a maçonaria e mostrar aos maçons a situação da maçonaria à luz da Palavra de Deus, ressaltando a incompatibilidade do Cristianismo com a maçonaria. Daí o título desse artigo.
Como já afirmamos, a maioria das pessoas considera a maçonaria como apenas uma sociedade secreta e não uma religião. No entanto, trata-se, de fato, de uma religião: O maçom, dentro do templo maçônico, através da liturgia, cultua o grande arquiteto do universo (“Breviário Maçônico” – Rizzardo da Camino. 2 a Edição – São Paulo. Editora Madras – 1997, p. 194).
Observe as referências bibliográficas maçônica abaixo:
Prestar culto a uma divindade é definição de religião e não de sociedade secreta. Ainda em outras declarações, afirma Rizzardo da Camino: A maçonaria pode ser uma religião no sentido estrito do vocábulo, isto é, na harmonização da criatura com o criador. É a religião maior e universal; o contato com a parte divina; é a comunhão com o grande arquiteto do universo, é o culto diante do altar dentro de uma loja ou no templo interior de cada maçom (“Breviário Maçônico”, p. 337).
Neste mundo tão materializado, se faz necessário e com muita urgência, apresentar a Ordem maçônica sob uma ótica mais sutil e mais esotérica, porque não basta que o adepto frequente a sua Loja como se fosse um Clube de Serviço. Ele necessita de uma renovação ‘espiritual’ porque a Sociedade e a Humanidade estão clamando por socorro e só os homens de formação espiritual poderão atender aos sucessivos apelos (“Maçonaria Mística.” São Paulo. Editora Madras – 1996, p. 9).
Henry Wilson Coil, importante autor maçônico declara: A maçonaria certamente exige a crença na existência de um Ser Supremo, a quem o homem tem de prestar contas à de quem depende. O que a igreja pode acrescentar a isso, exceto levar o indivíduo à comunhão com aqueles que tenham os mesmos sentimentos? … É exatamente isso que a Loja faz (“Coil’s Masonic Encyclopedia.” Henry Wilson Coil. New York (USA) – Macoy Publishing – 1961, p. 512).
Cal H. Claudy declara: Quando tudo o mais falha para com o espírito de um homem, ele ainda tem sua loja- mãe e seu altar para os quais recorrer; sejam quais forem suas enfermidades espirituais – sim, sejam quais forem suas enfermidades espirituais – ele pode reunir-se com seus irmãos em torno daquele Altar sacro e achar consolo no amor de sua loja-mãe, consolo esse que não encontrará de nenhuma outra forma (“Foreign Coutries: A Gateway to the Interpretation and Development of Certain Symbols of Freemasonry.” Carl H. Claudy Macoy Publishing. Richmond (USA) – 1971 – p. 124).
Outro escritor maçom, Charles W. Leadbeater, assim declara : Ainda que hoje em dia os maçons não dêem à sua Ordem o nome de religião, tem ela origem religiosa, e faz obra religiosa ao auxiliar seus iniciados e, por meio deles, o resto do mundo.Para muitos Irmãos, a maçonaria é a única religião que têm professado (“A Vida Oculta na Maçonaria.” “The Hidden Life in Feemasonry” Charles Webster Leadbeater. Editora Pensamento. SP – 1995, p.177).
Albert Mackey em sua obra “Enciclopédia Mackey Revisada da Maçonaria” declara: A Franco-Maçonaria pode justificadamente reivindicar o título de instituição religiosa. Abrimos e fechamos as nossas Lojas com oração; invocamos a benção do Altíssimo sobre todos os nossos trabalhos; exigimos de nossos neófitos uma profissão de crença confiante na existência e no cuidado superintendente de Deus. E impossível que   um franco-maçom seja ‘leal a fiel’ à Ordem sem que seja um respeitador da religião e um cumpridor do princípio religioso (“Mackeys Revised Encyclopedia of Freemasonry.”Albert Mackey. Macoy Publishing. USA – 1966, Vol. II, p. 847).
Na obra “A Águia Bicéfala Sobre o Altar”, José Ebram declara: A Sagração é a primeira cerimônia litúrgica realizada num templo maçônico recém-construído, ou adaptado, e não deve ser confundida com inauguração da Loja, que é praticada em lugar já sagrado (Editora Madras, 1996 – p. 17).
Albert Pike, chamado de ‘o Platão da Maçonaria’, declara: Toda loja maçônica é um templo religioso e seus ensinos são instruções religiosas. É a religião universal, eterna, imutável (“Maçonaria, do Outro Lado da Luz.” William Schoebelen. 2 a Edição. Curitiba. Editora Luz e Vida – 1997, p. 33).
O pastor Haroldo Reimer em seu livro “Maçonaria, a Resposta de Uma Carta” (p. 7) declara: Não sei o que falta para ser religião. Tem templo, tem membros, tem doutrinas, tem batismo, tem um deus e tem reuniões.
Não podemos esquecer que a maçonaria possui ainda altar, juramentos, rituais, cerimônias, uso de incenso, velas, ritos fúnebres, catecismo e chega a praticar a Santa Ceia, fazem cadeias de orações (Cadeias de União) e invocações de espíritos (Egrégoras). A maçonaria não é uma mera sociedade secreta, ela é também potencialmente uma religião ocultista.
Diante de tantas referências e bibliografias da maçonaria, é impossível contestar que se trata de uma religião. Então, cai por terra todo argumento dos maçons dizendo que se trata apenas de uma sociedade.
Pode o cristão professar outra religião se não o cristianismo? Podemos ter duas religiões?
Pode o cristão ser maçom?
Obviamente, NÃO!
Fonte: APOLOGÉTICA, série – ICP (Instituto Cristão de Pesquisas), edição 2002, vol. VI

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Questão do ENEM afirma que ninguém nasce mulher.



No primeiro dia do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), os candidatos se depararam com uma prova com forte viés ideológico. Uma das perguntas, presente na prova de Ciências Humanas, virou o assunto do final de semana nas redes sociais.
A primeira questão trazia uma frase da autora francesa Simone de Beauvoir, considerada a ‘mãe do movimento feminista moderno’. “Não se nasce mulher, torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade”.

Uma série de imagens com uma foto dessa pergunta foi reproduzida por líderes políticos e também alguns religiosos. Multiplicaram-se os comentários sobre o assunto, que parece ter tomado conta das interações nas mídias eletrônicas. No Twitter, o comentário sobre a questão está em segundo lugar nos assuntos mais comentados no Brasil, perdendo apenas para #Enem2015.
O deputado Jair Bolsonaro, postou a imagem com o comentário: “Mais ou tão grave quanto a corrupção é a doutrinação imposta pelo PT junto a nossa juventude”. Obteve quase 15 mil compartilhamentos e centenas de comentários que mostram a indignação do público mais conservador.
Já o deputado pastor Marco Feliciano (PSC/SP)escreveu em seu perfil no Facebook: “Me parece que a inserção desse texto, uma escolha adrede, ardilosa e discrepante do que se tem decidido sobre o que se deve ensinar aos nossos jovens. Esse texto se encaixa como luva na teoria de gênero, apesar de questionável por se tratar da opinião de uma mulher polêmica, feminista da mais retrógrada cepa, com linguajar que denigre as mulheres comparando-as aos eunucos criando um limbo entre o homem e a mulher muito em voga nos anos 60”.
Por outro lado, páginas feministas comemoravam a inclusão do tema na prova.  A jornalista Nádia Lapa, especialista em gênero e sexualidade, afirmou que a questão é adequada ao momento político atual.
De fato, quem usa regularmente as redes sociais sabe do constante embate que existe entre uma grande parcela conservadora de brasileiros com aqueles que divulgam com orgulho as premissas ideológicas dos movimentos de esquerda que governam o país.
Nos últimos 12 anos a maioria das escolas públicas e das universidades tem se visto diante de uma forte doutrinação ideológica.  Os índices sobre educação no país são pífios, mas as sementes dos ideais comunistas e anticristãos continuam sendo plantadas na massa estudantil.
Como o ENEM reflete isso, nas redes ele está sendo chamado de ‘Vexame Nacional do Ensino Médio Bolivariano’ e “Exame Nacional de Ensino Marxista”.  Nas 90 questões na prova de sábado, além de Simone de Beauvoir, foram citados pensadores de esquerda como Paulo Freire e Sérgio Buarque de Holanda. Também apareceu uma menção ao pensamento do percursor do ateísmo moderno, Friedrich Nietzsche.
Extraído do site gospelprime.com.br em 27/10/2015

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Onde estava a Igreja de Cristo antes da Reforma Protestante?


Matéria veiculada no site CACP a um dos colaboradores da página

Caro prof. Paulo Cristiano
A paz do Senhor!
Tenho estudado muito seus artigos, pois, sendo eu ainda católico, estou travando uma grande batalha doutrinária e pedindo ao Senhor Jesus que me resgate para o caminho da verdade que é Ele.
Por favor, se a igreja católica diz que ela é a igreja fundada por Jesus, e ministério cacp nos mostra que ela é herética, onde estava a igreja de Cristo antes da reforma, quando Jesus disse que as portas do inferno nunca prevaleceria contra ela e que estaria com ela até o fim dos tempos?
Conto com sua orientação e desde já muito agradecido.
Adriano
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Prezado Adriano, graça e paz. 
Antes da resposta propriamente dita é interessante revermos os dois pressupostos teológicos quanto à identidade da Igreja mantidos pelas duas confissões religiosas – a Católica e a protestante – assim como o significado do termo.
Para os primeiros, a igreja se encontra somente dentro da denominação alcunhada de Igreja Católica Apostólica Romana, fora da qual, segundo a teologia católica apregoa em alto e bom som, “não há salvação”. Os católicos interiorizaram tanto essa ideologia, que não conseguem entender a igreja sem trazer a imagem mental de uma organização física centrada em um único lugar geográfico. Cabe, entretanto, ressaltar, que essa representação de igreja foi construída teologicamente através dos séculos por necessidades históricas e apologéticas e por fim acabou acimentando a base da eclesiologia católica. A sua pergunta nos brinda com um exemplo vívido deste viés.
Outra questão a ser explorada é o conceito de igreja. O que de fato significam os termos “igreja”, “católica” e “apostólica”? Ora, Igreja é um termo amplo, não define e tampouco especifica qualquer confissão de fé. Significa apenas “uma assembléia”, a Eklésia, literalmente, “aqueles que foram chamados para fora”. Portanto, pode ser qualquer organização que se reúne em torno das verdades centrais do evangelho em nome do Senhor Jesus Cristo.
A Igreja na perspectiva do Novo Testamento pode ser tanto visível como invisível. Enquanto a primeira representa todas as igrejas locais em determinados locais espaciais, vivendo em comunidades sob a mesma herança apostólica com as mesmas expressões de fé, a última representa o povo de Deus espalhado no mundo todo.
Já a palavra “católica” quer dizer universal e nos remete à sua missão. Portanto, nenhuma igreja tem o direito de monopolizar este termo já que ele remete a missão da obra de Cristo por aqueles que deveriam pregar o evangelho. Por fim, o termo “apostólica”, remete à identidade com a doutrina apostólica que nos foi legada pelos apóstolos e que se encontra somente na Bíblia. Sendo assim, o termo “Igreja Católica Apostólica”, cabe perfeitamente em qualquer igreja procedente também da Reforma.
Os protestantes em consonância com o Novo Testamento acreditam que a Igreja não é uma organização física apenas, mas é composta por todos aqueles que fazem parte da Igreja invisível, o verdadeiro Corpo de Cristo. Assim, a verdadeira igreja de Cristo é invisível e espiritual composta de todas as demais igrejas visíveis pelo vínculo da paz (Hebreus 12.23).
A Igreja de Cristo pode subsistir mesmo fora da Igreja católica. Jesus disse que onde houver dois ou três reunidos em seu nome, ali estaria ele. Guardadas as devidas proporções, ali estaria uma Igreja.
Desde os tempos em que a ICR veio apostatando da fé, sempre houve pessoas que sustentaram verdades centrais do verdadeiro evangelho. Às vezes essas pessoas se concentravam em pequenos grupos expulsos da Igreja Romana, outras vezes dentro da própria ICR como, por exemplo, João Huss, Savonarola e outros.
A questão da identidade da ICR também é muito importante para a compreensão da questão como um todo, haja vista, que o catolicismo que conhecemos hoje é o aglomerado de uma série de inovações, sincretismos e acréscimos de erros teológicos através dos séculos. Muitos ensinamentos despretensiosos dos pais da Igreja foram com o passar do tempo tomando caráter doutrinário e por fim virou dogma no seio do catolicismo romano. Um exemplo disso é a questão da supremacia do bispo sobre os demais superintendentes cristãos ensinada em um contexto específico por Inácio à igreja de Corinto, mas que foi envernizada teologicamente e apropriada por causa de interesses políticos pelos bispos romanos.
Talvez, o mais antigo credo que a igreja cristã primitiva tenha criado foi o chamado “Credo Apostólico” ou “Credo dos Apóstolos”. Se você perceber, este credo não faz menção a nenhuma das inúmeras doutrinas católica atuais. Importante frisar que tais doutrinas é o fator diferencial entre a ICR e as demais igrejas cristãs, as quais lhe confere a sua atual identidade. Lendo este Credo você observará que ele não fala em purgatório, em missa, em Maria, em supremacia papal, em eucaristia, em intercessão de santos e muito menos na supremacia da ICR sobre as demais. Tanto é verdade que tudo o que está escrito neste Credo é aceito por todas as igrejas protestantes até hoje. Devemos acrescentar ainda que este Credo era a profissão de fé de todos os cristãos daquela época. Partindo desta lógica podemos com justiça devolver a pergunta aos católicos: Onde estava a ICR (como a conhecemos hoje) nesta época?
Devemos destacar ainda a questão das jurisdições da Igreja. O catolicismo romano, mais especificamente pós Constantino, na verdade sempre vendeu às pessoas uma distorção exegética baseada em Mateus 16:18, isto é, de que sua Igreja foi sempre a única igreja verdadeira tal qual Cristo deixou e da qual as demais se subdividiram, o que não corresponde à verdade dos fatos.
Já nos primeiros séculos de cristianismo, antes da igreja romana se tornar estatal, cada igreja era independente e cada uma governava sob sua jurisdição. Existia o patriarcado de Jerusalém, Antioquia, Alexandria e Roma. Eram todas co-iguais ou igrejas co-irmãs. Não havia supremacia de uma sobre as outras. A doutrina ainda tinha certa pureza sem muitas inovações.
Quando o apóstolo João escreveu suas cartas às sete igrejas do Apocalipse, ele não colocou nenhuma superior às outras. Tampouco você irá encontrar isso nas epístolas paulinas, inclusive na de Romanos. Se a Igreja Romana insiste em afirmar que é a única Igreja de Cristo é justo perguntar: Onde estava a Igreja de Cristo antes da Igreja de Roma ser fundada nesta cidade?
A Igreja de Cristo não existia? Claro que não! Onde estava a ICR, tal qual conhecemos hoje, antes das inovações doutrinárias adentrarem em seu seio?
O que ocorreu, é que Roma, e não nós, que se separou da verdadeira doutrina bíblica e apostólica. Ela tem sido a maior causadora de schisma [divisões] nestes 17 séculos de cristianismo. Tem deixado de lado o verdadeiro evangelho bíblico e se apegado às tradições dos homens.
Para finalizar, sua pergunta pode ser respondida da seguinte forma: antes da Reforma a Igreja de Cristo estava no Evangelho, pois este nunca morreu. O evangelho nunca deixou de existir, ainda que subsistisse um tanto quanto apagado em meio às densas trevas da apostasia.
A Igreja é composta por todos aqueles que em todos os lugares invocam o nome do Senhor Jesus Cristo e acreditam no verdadeiro evangelho bíblico e apostólico. A igreja de Cristo é muito mais do que uma mera denominação, ela é um organismo espiritual composta por crentes. Sendo assim, ela nunca desapareceu.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

VERDADES QUE PRECISAM SER DITAS




Essa bancada evangélica de deputados federais é uma vergonha! Não representam a igreja, nem tampouco gente honesta.
TENHO DÚVIDAS SE ESCAPA ALGUM!
São oportunistas, cujo interesse é ganhar dinheiro dos dois lados: da igreja e da política. E ainda têm o cinismo de falar em nome de Deus!
Quando foi que meu Deus foi conivente com a corrupção?
Quando foi que o divino fez vistas grossas à injustiça?
Em que data Deus procurou usar homens para acobertar pecado de outros?
Nem pregação desses homens e mulheres meus ouvidos não querem ouvir mais.
Deveriam tirar o nome "pastor" todas as vezes que se candidatassem à pleitos eleitorais.
Ser pastor é outra coisa: é estar junto às ovelhas o tempo todo e em todo tempo.
É estar presente no aprisco e conhecer o estado das ovelhas que lhes foram confiadas (Pv. 23. 23-27).
É abrir mão dos negócios desta vida, à fim de atender a obra mais sublime: apascentar almas! (2 Tm. 2.4).
Se os profetas antigos sofreram agravo, perseguição e foram assassinados porque falavam a verdade, porque seria eu um privilegiado para não sofrer represália também?
O que tenho eu melhor que eles?
Ou os senhores pensam que já não fui ameaçado, bloqueado, cerceado e rejeitado por dizer verdades que a maioria se omite em dizer? Limitam-se a reclamar pelos cantos...
A igreja não precisa dessa gente. Nunca precisou!
Até os discípulos acharam que o Cristo tinha vindo pra resolver o problema político com o Império Romano.
Mas ele respondeu que daria poder aos discípulos, para serem testemunhas dEle (At. 1.8).
E com o poder recebido (At. 2) viraram o mundo de sua época de cabeça pra baixo. Os políticos daquele tempo continuaram em seu lugar e a igreja permaneceu no dela.
Quando se fala de personagens que foram políticos, na Bíblia, logo cita-se Moisés, José e Davi. Porém, Deus tinha propósitos específicos com estes homens e não nos consta que foram desonestos na política. O governo era teocrático.
Porém, em O Novo Testamento, teólogos, onde a Igreja se mistura à política?

Deus está (certamente) reprovando a atitude daqueles que falam em nome dEle e da Igreja no meio político à partir do momento em que se recusam a favorecer todo e qualquer esclarecimento que venha a denunciar os corruptos que, disseram eles, foi escolhido pelo divino. A desculpa mais plausível é que "o Brasil não pode parar..."
No entanto, quando foi para tirar o(s) corrupto(s) anterior (es) ninguém pensou se o Brasil iria parar. Esquecem-se que a farinha PT, PMDB, PSDB & Cia pertencem ao mesmo saco.
A Igreja de Cristo não depende e não precisa, nem direta e nem indiretamente de políticos, embora seus cidadãos tenham de cumprir suas obrigações cívicas, como votar, por exemplo. Nós dependemos única e exclusivamente do poder de Deus e da sua virtude. A Eklesia é a agência missionária de Deus na terra para influenciar o mundo, inclusive o político, mas não por elementos humanos inseridos nela, mas pela virtude do Espírito Santo.

 E o ÚNICO que vi PUBLICAMENTE denunciar, pela Palavra, a corrupção, foi o Deputado evangélico Cabo Daciolo. Este sim, fala em nome do Senhor contra os grandes corruptos, incluindo Temer, que não perde em nada para Lula & Dilma. Não dá pra exercer com excelência duas funções: pastoral e política. As ovelhas que o digam!
Este chamado, função, nomenclatura é muito sublime para estar misturada à podridão desmedida à que estamos assistindo! EU RESPEITO E PROCURO HONRAR À TODOS QUE LEVAM ESTE NOME, mas ensinado por eles mesmos, reprovo e repudio os maus comportamentos de alguns que poderiam ser exemplos para mim.
Me senti enojado na última sexta-feira. E assim continuarei me sentindo cada vez que ver algum desonesto destes em cima de nossos púlpítos, ou alguém com um santinho na mão me oferecendo uma opção política pra "melhorar" nossas Leis.

Faço minha as palavras de um obreiro amigo:

"Ao ouvir alguns deputados votando ontem em nome de Deus eu fico me perguntando, será que Deus concordaria em omitir algo? Será que Ele concordaria em não prosseguir uma investigação para esclarecer algo? Ele concordaria com omissão?
Com certeza não é o mesmo Deus que eu conheço que esses Deputados que votaram para arquivar um processo, se dizem conhecê-lo.
Deve ser o deus (deus em minúsculo) do oportunismo, ou de outro adjetivo semelhante.
Porque o Deus que eu conheço é aquele que diz:
Marcos 4.22
Pois nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia.
Eclesiastes 12:14
Porque Deus conduzirá a Juízo tudo quanto foi realizado e até mesmo o que ainda está escondido; quer seja bem, quer seja mal.
Não senhores deputados, com certeza o DEUS (em maiúsculo) que eu conheço concorda que tudo seja investigado para que a verdade venha à tona.
Existe evangélicos e até bancada de evangélicos, mas graças a Deus que ainda existem CRISTÃOS!!!"

Tenha certeza que o Deus Mamom falou mais alto. Avaliar fruto e árvore é um tipo de juízo. E é este que estou fazendo.
A Igreja precisa orar mais. Acabar com esse monte de "shows", estrelismos gospel, "vigilhões", congressos pra finanças, campanhas sem-pé-nem-cabeça, eventos e mais eventos, e partir para a prática dos joelhos dobrados, rosto no pó e lágrimas nos olhos! De preferência de barriga vazia. ( 2 Cr. 7.14,15)
É isto que mudará nossa nação!
Foi isto que fez e viveu a Igreja Primitiva!
Ou falamos a verdade, seja onde for, ou estamos nos enganando a nós mesmos e ao povo! Sejamos livres de corporativismo. E sejamos honestos para ouvir verdades que precisam ser ditas.
Perca a cabeça, como João Batista! Mas não perca nunca a coragem de denunciar a conduta reprovável daqueles que deveriam ser e dar bom exemplo, sejam pequenos ou grandes! Sejamos homens e mulheres compromissados com a verdade! Ainda que a guilhotina esteja preparada para nosso pescoço!
Willy Santos.