quarta-feira, 12 de junho de 2019

Mídia esquerdista, Feministas, comunistas, artistas lacradores: onde estão vocês?

Um casal lésbico cometeu um crime absurdo, brutal e bizarro. Antes, há um ano, a mãe do menino Rhuan Maicon o mutilou numa “cirurgia de mudança de sexo” forçada, no Acre. E na semana passada, em Brasília, juntamente com sua companheira, Rosana Auri da Silva Cândido assassinou e esquartejou o seu filho e ainda tentou triturar os ossos (além de fritar a carne) para dar um sumiço com o corpo.

Nenhuma global postou no Instagram. Não vimos movimentos políticos progressistas subindo nenhuma hastag no Twitter. Não houve “textão” de repúdio de nenhuma feminista no Facebook e as grandes plataformas de notícias da internet não deram o destaque devido na semana.
O que quero dizer com tudo isto? É simples: não vimos nada disso porque a indignação é sempre seletiva, ainda mais quando se trata da classe artística e, especialmente, da grande mídia.
A repercussão foi ínfima, digna de uma nota de rodapé de um editorial despretensioso. Não houve comoção, porque muitos destes são capazes de humanizar um cachorro (como foi naquele do episódio do Carrefour) e desumanizar o ser humano. A inversão de valores é a práxis e o modus operandi destes setores da imprensa que são claramente vendidos a narrativas que favoreçam um pensamento político hegemônico no Brasil – e também no Ocidente.
O fato é que o ser humano é individualmente responsável por suas ações perante Deus e também perante os homens. Tem gente que cumpre a lei e que possui orientação hétero ou homossexual. Crime não tem gênero; porém, dependendo do gênero, o crime não é noticiado com a mesma veemência de quando o gênero específico é a vítima.
Essa ideia ignóbil de vítima coletiva estraga a qualidade do jornalismo brasileiro. Como confiar num setor da imprensa que só amplia a divulgação daquilo que lhe interessa mais na construção de uma narrativa política?
Gays não morrem apenas; matam também. Muitas mulheres morrem e muito mais homens morrem no Brasil. São mais de 60 mil homicídios e mais de 90% dos crimes não possuem uma conclusão investigativa.
Como afirmar um número preciso de crimes de ódio no Brasil, mesmo que saibamos que eles existam? A verdade é que estes dados estão inflados e a discussão não é equilibrada porque a grande mídia trabalha por uma agenda política, não pela verdade dos fatos.
Adaptado do site gospelprime.com.br/ em 10/06/2019

sábado, 12 de janeiro de 2019

A falência da Globo

Segundo empresa de auditoria no ramo financeiro, dívida da Rede Globo ultrapassa os três bilhões de reais

Por redação, texto por Romero

A astronômica dívida da Globo, segundo relatório da Price Waterhouse Coopers – Auditores Independentes, assinado por William J.N. Graham, no início de 2002 era de TRÊS BILHÕES, QUINHENTOS E OITENTA E TRÊS MILHÕES DE DÓLARES. Ou seja, mais de DEZ BILHÕES de reais. Onde as três maiores empresas devedoras são: Globopar, Globo Cabo, Net Sat, que representam cerca de 90% da dívida e onde aparece com destaque até a irresponsável e perdulária Editora Globo, de crônico e sistemático prejuízo, com cerca de 3% do total da dívida.

A única empresa da Rede Globo que, com muita dificuldade, poderia fazer frente a esta fabulosa dívida, e que é lucrativa de verdade, é a TV Globo. Entretanto, nem a TV Globo, com seus seiscentos milhões de dólares anuais, pouco ou nada poderia fazer para salvar o Império Globo da falência. Pois se dos seiscentos milhões de dólares a TV Globo reservar 120 milhões por ano, cerca de 20% (vinte por cento), para amortizar principal e juros, levaria mais de trinta anos para amortizar a fantástica dívida que sufoca e mata a Globo aos poucos.

Vale repetir, com recursos próprios é inimaginável a Globo saldar tão astronômica dívida. Só o governo, através do BNDES, Caixa Econômica, Banco do Brasil, Banco Central, fundos orçamentários e demais verbas públicas é que podem salvar a Globo da irremediável falência.
Mas como a Globo chegou a este ponto? A Globo não é competente?

Arrogância, burrice, arrogância, burrice, arrogância e administração ruinosa e irresponsável. Estes foram os fatores que levaram a Globo ao estado à beira da falência.

Gênios incompetentes de plantão, cujo único predicado é a arrogância, imaginaram um golpe “formidável” de dominar o Brasil inteiro pelo sistema de transmissão a cabo, sufocando e solapando, assim, os demais meios de comunicação do país.

Eu ri muito quando soube dos megalomaníacos planos da Globo, e disse que a Globo iria trabalhar com tecnologia ultrapassada (cabo) e que iria ficar com o cabo (?) preso no poste ao tentar cabear o Brasil inteiro nesta loucura que só um gênio incompetente, arrogante e irresponsável poderia imaginar.

Não deu outra. Foi o maior fracasso da história da televisão no mundo. Até mesmo Bill Gates, que num primeiro momento cogitou participar do empreendimento faraônico, quando viu a loucura que a Globo estava se metendo estacionou em 3% a sua participação e deixou a Globo se esborrachar sozinha neste delírio de faraó tupiniquim.

Encalacrada com uma fabulosa e irresponsável dívida para viabilizar o delírio do domínio do país e dos meios de comunicações pela tv a cabo, a Globo, correndo desesperadamente atrás de dinheiro, viu no BNDES a saída mais rápida e viável para a sua aflição. Mas como sempre com artifícios e ilegalidades, a começar pelo fato do BNDES não poder se relacionar com a Globo Cabo pois a legislação não permite associação do BNDES com empresa de telecomunicação. Mas ardilosamente, fraudulentamente, a Globo Cabo está registrada como empresa de tecnologia e não como empresa de telecomunicação, que de fato é.

Choveram denúncias e mais denúncias contra a participação do BNDES na operação para salvar a Globo da falência, e em meio a uma seara desordenada de denúncias e oposições à questão BNDES, o jornalista Hélio Fernandes, em 14/03/2002, na Tribuna de Imprensa foi categórico: “Deveriam ouvir Roméro Machado, que publicou o imperdível “Afundação Roberto Marinho”. Ali está contada de forma irrespondível, a força que a Organização sempre teve na Justiça”. E, de fato, numa seqüência de denúncias sérias e fundamentadas foi colocado nos meios de comunicação a impossibilidade e a ilegalidade da associação Globo / BNDES. E com isso a operação salvação da Globo foi parcialmente abortada. A Globo continua com uma dívida impagável e o governo (federal, principalmente) já deixou claro que cobrará a dívida, parcelará e dará prazo. Ou paga, ou a concessão será cortada.


Além disso o presidente deixou claro que abrirá a "caixa preta" do BNDES e, certamente, todas as falcatruas envolvendo dinheiro público e Organizações Globo virá a tona. Não temos dúvida que, cedo ou tarde, o império ruirá.

Romero trabalhou como Auditor na Rede Globo e Controller da Fundação Roberto Marinho e é autor do livro: “Afundação Roberto Marinho.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

O QUE É HOMOSSEXUALISMO?








Muitos crentes, quando questionados sobre as causas do homossexualismo, apontam imediatamente para fatores espirituais, como possessão, segundo dizem. Isso é um claro sinal de desconhecimento bíblico-teológico sobre a questão e, às vezes, de preconceito (a Bíblia não faz diferenciação de pecado – 1 Co 6.9 – 10).
A influência maligna existe como em qualquer outro pecado, pois Jesus disse que o diabo é mentiroso e nunca se firmou na verdade (Jo 8.44). A homossexualidade é uma mentira dentro dos propósitos maravilhosos de Deus para a sexualidade humana. Jay Adams comenta a questão da seguinte forma:
“(o diabo) não pode ser acusado do pecado da homossexualidade de maneira tal que seja removida a responsabilidade daqueles que o cometem. O comportamento homossexual é pecaminoso, e não o produto de uma irresistível influência satânica ou possessão ou controle demoníaco. (…) Em nenhuma das passagens onde o homossexualismo é condenado, jamais é especialmente vinculado à influência satânica ou demoníaca.”
Quando entendem que não é possessão maligna, alguns levantam a hipótese de o problema ser orgânico. Pesquisas tentando mostrar causas-efeitos biológicos ou genéticos para a homossexualidade existem há quase um século. Mas, o fato é que, ao longo dos anos, nenhuma pesquisa jamais provou que a homossexualidade resulta de fatores biológicos. O psiquiatra John White traz uma informação esclarecedora sobre a questão:
“Até agora, a ciência buscou em vão uma causa física para a homossexualidade. Os testículos dos homens homossexuais produzem os mesmos tipos de hormônio dos homens normais. Os ovários e as outras glândulas responsáveis pelos hormônios da mulher homossexual produzem a mesma proporção de hormônios sexuais da mulher normal. (…) Evidências científicas parecem sugerir que embora nossos hormônios sexuais sejam responsáveis (pelo menos em parte) pelo fato de termos um comportamento sexual e experimentarmos impulsos sexuais, eles não determinam necessariamente o tipo de comportamento sexual que adotamos nem o sexo do parceiro que escolhemos.”
Se não existem provas de que o homossexualismo seja de ordem biológica devemos questionar, então, quais são os fatores que levam uma pessoa à homossexualidade. Ankerberg e Weldon falam da ausência de fatores orgânicos e a realidade de que homossexualismo é um comportamento aprendido. Eles citam as conclusões a que chegaram o Dr. Joseph Nicolosi, Willian Masters e Virgínia Johnson – três grandes pesquisadores americanos da área de sexualidade humana:
“O Dr. Joseph Nicolosi salienta que já examinou todos os tipos de literatura científica que têm relação com os supostos princípios biológicos da homossexualidade: ‘Eu mesmo revisei toda a literatura… e certamente não acredito, e acho que nenhum cientista realmente acredita, que haja predeterminação para a orientação sexual.
Existem muito mais evidências para os fatores ambientais que, desde cedo, determinariam a orientação sexual de uma pessoa.
“Ninguém menos que a grande autoridade no assunto, o próprio Alfred Kinsey, conforme citado por W.B. Pomeroy, seu pesquisador adjunto, declara: ‘Eu mesmo cheguei à conclusão de que a homossexualidade é, em grande escala, uma questão de condicionamento.’
Talvez isso explique porque os especialistas em sexo Masters e Johnson enfatizem: ‘É de grande importância que todos os profissionais da área de saúde mental tenham em mente que o homossexual masculino ou feminino é basicamente um homem ou uma mulher por determinação genética, com orientação homossexual por preferência aprendida’.”
Cientistas do comportamento humano, conselheiros e terapeutas de ex-homossexuais têm quase a mesma opinião sobre as causas do homossexualismo: a maioria dos homossexuais teve problemas na área familiar.
Muitos tornaram-se homossexuais pela falta de referência saudável dos pais, falta de afetividade e toques físicos, ausência de exemplo paternal sadio, inversão de papéis dos mesmos (mães dominadoras e superprotetoras e pais apagados ou indiferentes), moralismo excessivo ou ausência de educação sexual, separação dos pais e violência no lar.
O psicólogo americano Gary Collins acredita que o fator de maior influência é, no entanto, o que envolve pais e filhos. Ele afirma:
“Teorias psicanalíticas afirmam que a homossexualidade afeta os homens criados em famílias onde o pai é uma figura passiva e ineficaz, enquanto a mãe é dominadora. A mãe ensina sutilmente o filho a ser passivo e dedicado a ela. Ele não tem um exemplo masculino forte a seguir e logo descobre que é menos competente que os companheiros para relacionar-se com as meninas.
O filho perde então a confiança em sua masculinidade e teme a idéia de intimidade com mulheres. As filhas em tais famílias sentem que os pais são pouco amigáveis ou as rejeitam e elas têm então pouca oportunidade para relacionar-se com homens realmente masculinos, associando-se melhor com as mulheres. Esta explicação é a causa mais comumente aceita e melhor documentada para a homossexualidade.”
Além de lares disfuncionais, algumas experiências na infância e adolescência levaram pessoas às práticas homossexuais: experiências sexuais – satisfatórias ou não – com pessoas do mesmo sexo (colegas, primos, parentes); medo; insegurança; a própria escolha de praticar o homossexualismo e abuso sexual na época da formação da identidade sexual. Segundo informações de líderes de ministérios com ex-gays nos EUA, 85% das mulheres lésbicas que buscam ajuda, sofreram algum tipo de abuso e entre 50 e 60% de homens homossexuais sofreram abuso sexual.
É importante ressaltar que muitos envolveram-se no homossexualismo, também, devido a rótulos que receberam: “Você é gay!”, “Sua bicha louca!”, “Mulher-macho, sapatão!”, “Você é bicha mesmo e não tem jeito!” etc. Ouvir tudo isso é forte e doloroso demais para crianças e adolescentes. Com certeza esses rótulos marcam suas mentes e emoções. E, como a maioria não tem um lar amigável (onde os pais mantém constante diálogo com os filhos e os orientem com amor), acaba acreditando nas mentiras que lhes são ditas e assimilam psicológica e emocionalmente os tais rótulos.
Fonte: www.cacp.com.br


quarta-feira, 3 de outubro de 2018

A inauguração do templo da AD no Brás

No dia 25 de janeiro de 1962, São Paulo estava em festa. Era 408º aniversário de fundação 
da cidade. Comemorações em diversos pontos da metrópole eram feitas. Mas no famoso 
bairro operário do Brás, localizado na região central da metrópole paulista, a festa era 
outra. Ocorria a inauguração do templo da AD Ministério de Madureira.

Ainda de madrugada, ônibus lotados de entusiasmados fiéis chegavam para o grande 
evento. Bandas musicais começaram a tocar a alvorada pelas ruas do movimentado 
bairro paulistano, antecipando assim as grandes festividades. Por volta das 14 horas, na 
Praça da Sé, uma grande multidão seguiu em cortejo ao novo templo.

Pastor Álvaro e filhas: prontos para o desfile da inauguração


À frente, uma vistosa banda musical (com mais de 200 componentes) abria o caminho. 
Atrás, pastores, evangelistas, presbíteros, diáconos, banda feminina, assistentes sociais, 
membros do coral e mais de 10 mil crentes seguiam em desfile até à rua Major Marcelino.

Chegando em frente ao novo templo foi executado o Hino Nacional. Pastor Álvaro 
Motta, responsável pela igreja, num gesto de reconhecimento ministerial entregou a chave da 
porta principal para Zélia Macalão, esposa do pastor Paulo Macalão que por motivo por 
questões de enfermidade não esteve presente. Zélia corta a fita simbólica e abre as 
portas do templo para alegria de todos.

Foram muitos os convidados para a grandiosa inauguração. Praticamente todos os 
principais pastores de Madureira se fizeram presentes nas celebrações. Da AD Missão, 
Lídia Nelson representava o seu esposo, o missionário Nels Nelson. Pastor Francisco 
Pereira do Nascimento da AD em São Cristóvão (RJ) também marcava presença. 
Ministros evangélicos de outras denominações também prestigiaram o evento como o 
pastor Natanael Quintanilho da Igreja Metodista e secretário da Sociedade Bíblica do Brasil.


Interior do templo da AD no Brás


Durante os 17 dias de festa, estudos bíblicos foram ministrados com o sugestivo tema
"Queremos conservar o modelo da Igreja Primitiva". Cícero Canuto de Lima, Alfredo 
Reikdal, Eduardo Modesto, Eurico Bergstén, Nicodemos José Loureiro entre outros 
ministraram na ocasião.

Para à época, a construção da sede no Brás era arrojada e moderna. Com dois amplos 
pavimentos, o térreo media 10x12 metros e contava com secretaria, sala de assistência 
social, tesouraria, cozinha, banheiros masculinos e femininos. No segundo piso, havia 
uma nave medindo 10x35 metros, com duas galerias na área frontal e mais uma nos fundos 
para o coral. No 1º púlpito havia lugar para 40 obreiros e batistério. No 2º púlpito o 
espaço era para 60 pastores. A torre de 30 metros e o relógio eletrônico chamava a 
atenção dos moradores do bairro.

                                                               Antigo templo do Brás: imponente obra

Edificado em 2 anos e meio (exatamente 2 anos, 6 meses e 12 dias), o templo da rua 
Major Marcelino destacava-se por sua imponência em meio ao casario do bairro, 
simbolizando à ascensão da igreja de Madureira em São Paulo e o dinamismo do seu 
ministério. A AD no Brás ganhava mais visibilidade. 

Tempos depois, A AD no Belém (SP) reclamou nas páginas do Mensageiro da Paz "ser uma 
grande desconhecida", pois não objetivava "fazer propaganda" do seu trabalho. Seria um 
efeito colateral das realizações e divulgação dos trabalhos da AD no Brás? 

Após 44 anos de utilização do templo, em 2006, a sede do ministério foi transferida para a 
avenida Celso Garcia. Que saudade da simplicidade daquele povo e das grandes mensagens 
pregadas por aqueles antigos pastores. Que saudade daqueles cultos onde meu pai me levava e eu, ainda criança, ficava olhando aquele teto azul, que lembrava o céu.

Fontes:

MENSAGEIRO DA PAZ. Rio de Janeiro: CPAD. Ano 32, n. 7. 1ª quinzena de abril de 1962, p. 5-6.

MENSAGEIRO DA PAZ. Rio de Janeiro: CPAD. Ano 32, n. 16. 2ª quinzena de agosto de 1962, p. 5.


Fotos: acervo da família do pastor Álvaro Motta
                                                                


quarta-feira, 1 de agosto de 2018


Confirmado o Cancelamento da participação dos quatro cantores gospel no evento da Seita Moon
Os cantores Aline Barros, André Valadão, Priscilla Alcântara e Talles Roberto cancelaram suas participações no evento Festival Família 2018. Este evento está marcado para o dia 4 de agosto no Allianz Parque, na cidade de São Paulo.
E agora o que vai acontecer, pois depois que se assina um contrato e o mesmo é desfeito? Quem saiu no prejuízo? Será que vão dizer que iriam cantar de graça? Não!!! Nada disso!
Eles fizeram um contrato e todo contrato tem os dois lados da moeda. E agora quem pagou quem? A pergunta que não quer calar: A seita ficou no prejuízo? Ou os cantores pagaram por uma quebra de contrato?
Por que eles não vêm a público dizer que não vão cantar pelo fato de ser uma seita que nega as principais doutrinas cristãs, além de ter um falso Cristo?
Eles usaram suas redes sociais apenas para comunicar o cancelamento, mas e a causa do cancelamento?
Será que foi mesmo por causa do anuncio do Silas Malafaia na televisão ou foram as reações na internet?
Até quando veremos o santo misturado ao profano?
A Bíblia dá a resposta: até o arrebatamento da Igreja.
MARANATA!

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Pode um cristão ser maçom?



O título desse estudo pode parecer estranho para os maçons e para muitas pessoas, uma vez que elas consideram a maçonaria como sociedade secreta e não religião. Esse trabalho tem como finalidade alertar os cristãos sobre a maçonaria e mostrar aos maçons a situação da maçonaria à luz da Palavra de Deus, ressaltando a incompatibilidade do Cristianismo com a maçonaria. Daí o título desse artigo.
Como já afirmamos, a maioria das pessoas considera a maçonaria como apenas uma sociedade secreta e não uma religião. No entanto, trata-se, de fato, de uma religião: O maçom, dentro do templo maçônico, através da liturgia, cultua o grande arquiteto do universo (“Breviário Maçônico” – Rizzardo da Camino. 2 a Edição – São Paulo. Editora Madras – 1997, p. 194).
Observe as referências bibliográficas maçônica abaixo:
Prestar culto a uma divindade é definição de religião e não de sociedade secreta. Ainda em outras declarações, afirma Rizzardo da Camino: A maçonaria pode ser uma religião no sentido estrito do vocábulo, isto é, na harmonização da criatura com o criador. É a religião maior e universal; o contato com a parte divina; é a comunhão com o grande arquiteto do universo, é o culto diante do altar dentro de uma loja ou no templo interior de cada maçom (“Breviário Maçônico”, p. 337).
Neste mundo tão materializado, se faz necessário e com muita urgência, apresentar a Ordem maçônica sob uma ótica mais sutil e mais esotérica, porque não basta que o adepto frequente a sua Loja como se fosse um Clube de Serviço. Ele necessita de uma renovação ‘espiritual’ porque a Sociedade e a Humanidade estão clamando por socorro e só os homens de formação espiritual poderão atender aos sucessivos apelos (“Maçonaria Mística.” São Paulo. Editora Madras – 1996, p. 9).
Henry Wilson Coil, importante autor maçônico declara: A maçonaria certamente exige a crença na existência de um Ser Supremo, a quem o homem tem de prestar contas à de quem depende. O que a igreja pode acrescentar a isso, exceto levar o indivíduo à comunhão com aqueles que tenham os mesmos sentimentos? … É exatamente isso que a Loja faz (“Coil’s Masonic Encyclopedia.” Henry Wilson Coil. New York (USA) – Macoy Publishing – 1961, p. 512).
Cal H. Claudy declara: Quando tudo o mais falha para com o espírito de um homem, ele ainda tem sua loja- mãe e seu altar para os quais recorrer; sejam quais forem suas enfermidades espirituais – sim, sejam quais forem suas enfermidades espirituais – ele pode reunir-se com seus irmãos em torno daquele Altar sacro e achar consolo no amor de sua loja-mãe, consolo esse que não encontrará de nenhuma outra forma (“Foreign Coutries: A Gateway to the Interpretation and Development of Certain Symbols of Freemasonry.” Carl H. Claudy Macoy Publishing. Richmond (USA) – 1971 – p. 124).
Outro escritor maçom, Charles W. Leadbeater, assim declara : Ainda que hoje em dia os maçons não dêem à sua Ordem o nome de religião, tem ela origem religiosa, e faz obra religiosa ao auxiliar seus iniciados e, por meio deles, o resto do mundo.Para muitos Irmãos, a maçonaria é a única religião que têm professado (“A Vida Oculta na Maçonaria.” “The Hidden Life in Feemasonry” Charles Webster Leadbeater. Editora Pensamento. SP – 1995, p.177).
Albert Mackey em sua obra “Enciclopédia Mackey Revisada da Maçonaria” declara: A Franco-Maçonaria pode justificadamente reivindicar o título de instituição religiosa. Abrimos e fechamos as nossas Lojas com oração; invocamos a benção do Altíssimo sobre todos os nossos trabalhos; exigimos de nossos neófitos uma profissão de crença confiante na existência e no cuidado superintendente de Deus. E impossível que   um franco-maçom seja ‘leal a fiel’ à Ordem sem que seja um respeitador da religião e um cumpridor do princípio religioso (“Mackeys Revised Encyclopedia of Freemasonry.”Albert Mackey. Macoy Publishing. USA – 1966, Vol. II, p. 847).
Na obra “A Águia Bicéfala Sobre o Altar”, José Ebram declara: A Sagração é a primeira cerimônia litúrgica realizada num templo maçônico recém-construído, ou adaptado, e não deve ser confundida com inauguração da Loja, que é praticada em lugar já sagrado (Editora Madras, 1996 – p. 17).
Albert Pike, chamado de ‘o Platão da Maçonaria’, declara: Toda loja maçônica é um templo religioso e seus ensinos são instruções religiosas. É a religião universal, eterna, imutável (“Maçonaria, do Outro Lado da Luz.” William Schoebelen. 2 a Edição. Curitiba. Editora Luz e Vida – 1997, p. 33).
O pastor Haroldo Reimer em seu livro “Maçonaria, a Resposta de Uma Carta” (p. 7) declara: Não sei o que falta para ser religião. Tem templo, tem membros, tem doutrinas, tem batismo, tem um deus e tem reuniões.
Não podemos esquecer que a maçonaria possui ainda altar, juramentos, rituais, cerimônias, uso de incenso, velas, ritos fúnebres, catecismo e chega a praticar a Santa Ceia, fazem cadeias de orações (Cadeias de União) e invocações de espíritos (Egrégoras). A maçonaria não é uma mera sociedade secreta, ela é também potencialmente uma religião ocultista.
Diante de tantas referências e bibliografias da maçonaria, é impossível contestar que se trata de uma religião. Então, cai por terra todo argumento dos maçons dizendo que se trata apenas de uma sociedade.
Pode o cristão professar outra religião se não o cristianismo? Podemos ter duas religiões?
Pode o cristão ser maçom?
Obviamente, NÃO!
Fonte: APOLOGÉTICA, série – ICP (Instituto Cristão de Pesquisas), edição 2002, vol. VI

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Questão do ENEM afirma que ninguém nasce mulher.



No primeiro dia do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), os candidatos se depararam com uma prova com forte viés ideológico. Uma das perguntas, presente na prova de Ciências Humanas, virou o assunto do final de semana nas redes sociais.
A primeira questão trazia uma frase da autora francesa Simone de Beauvoir, considerada a ‘mãe do movimento feminista moderno’. “Não se nasce mulher, torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade”.

Uma série de imagens com uma foto dessa pergunta foi reproduzida por líderes políticos e também alguns religiosos. Multiplicaram-se os comentários sobre o assunto, que parece ter tomado conta das interações nas mídias eletrônicas. No Twitter, o comentário sobre a questão está em segundo lugar nos assuntos mais comentados no Brasil, perdendo apenas para #Enem2015.
O deputado Jair Bolsonaro, postou a imagem com o comentário: “Mais ou tão grave quanto a corrupção é a doutrinação imposta pelo PT junto a nossa juventude”. Obteve quase 15 mil compartilhamentos e centenas de comentários que mostram a indignação do público mais conservador.
Já o deputado pastor Marco Feliciano (PSC/SP)escreveu em seu perfil no Facebook: “Me parece que a inserção desse texto, uma escolha adrede, ardilosa e discrepante do que se tem decidido sobre o que se deve ensinar aos nossos jovens. Esse texto se encaixa como luva na teoria de gênero, apesar de questionável por se tratar da opinião de uma mulher polêmica, feminista da mais retrógrada cepa, com linguajar que denigre as mulheres comparando-as aos eunucos criando um limbo entre o homem e a mulher muito em voga nos anos 60”.
Por outro lado, páginas feministas comemoravam a inclusão do tema na prova.  A jornalista Nádia Lapa, especialista em gênero e sexualidade, afirmou que a questão é adequada ao momento político atual.
De fato, quem usa regularmente as redes sociais sabe do constante embate que existe entre uma grande parcela conservadora de brasileiros com aqueles que divulgam com orgulho as premissas ideológicas dos movimentos de esquerda que governam o país.
Nos últimos 12 anos a maioria das escolas públicas e das universidades tem se visto diante de uma forte doutrinação ideológica.  Os índices sobre educação no país são pífios, mas as sementes dos ideais comunistas e anticristãos continuam sendo plantadas na massa estudantil.
Como o ENEM reflete isso, nas redes ele está sendo chamado de ‘Vexame Nacional do Ensino Médio Bolivariano’ e “Exame Nacional de Ensino Marxista”.  Nas 90 questões na prova de sábado, além de Simone de Beauvoir, foram citados pensadores de esquerda como Paulo Freire e Sérgio Buarque de Holanda. Também apareceu uma menção ao pensamento do percursor do ateísmo moderno, Friedrich Nietzsche.
Extraído do site gospelprime.com.br em 27/10/2015