sábado, 13 de julho de 2013

Aprendeu, Anderson Silva?


Por Willy Santos

Uma das coisas que mais se vê, no meio dos famosos são os acontecimentos inusitados que tiram do trivial a rotina da carreira de seus protagonistas. Traições, ciúmes, palavras mal ditas comportamentos de caráter duvidoso, relacionamentos polêmicos, enfim, coisas às vezes até "forçadas" para mantê-los em evidência nos noticiários midiáticos: um tipo de marketing pessoal. Desta vez, o protagonista famoso não fez nada que o desabonasse como pai de família e cidadão, eticamente falando. O inusitado desagradável aconteceu quando Anderson Silva, grande campeão, viu-se desabar, golpeado pelo excesso de auto confiança. 

Sobre a biografia de Anderson Silva, temos matéria farta na internet, sem dúvida, uma carreira brilhante, impecável e vencedora, até o dia desta luta. Acostumado a vencer, tendo conquistado êxito nos últimos 7 anos, Silva amargou uma situação nunca sentida antes: a vergonha da derrota.não dela em si, mas a forma infantil e inconsequente como tratou seu trabalho e, na presença de seu público, caiu diante de seu oponente, vaiado em alto e bom som.
Ele já tinha feito isso antes; abre a guarda, dança, ginga na frente dos adversários, expõe o rosto e sorri, desviando-se das tentativas de ser golpeado ; uma clara intenção de desestabilizar o desafiante emocionalmente, provocá-lo e mostrar seus dotes reflexivos. Desta vez a história mudou: depois de fazer toda aquela pataquada, menos lutar, e ainda pedir que o oponente lhe socasse, foi justamente isso que aconteceu: Weidman desferiu vários golpes no rosto de Silva que desabou no chão e, socado mais algumas vezes, agarrava-se às pernas do juiz, em um claro ato de desespero, que se não o salvasse, teria saído em uma ambulância.

Silva caiu, mas não derrubado pelo seu oponente ; tombou golpeado pela sua arrogância, espancado pela sua prepotência, atingido pelo descaso com que tratou conclave tão importante para ele e seus fãs. Desrespeitou seus limites e impôs a si próprio o risco de passar pelo que passou.
Este triste exemplo nos serve de lição em tudo na vida ; já dizia o sábio Salomão que "quando a soberba vem, sobrevém a desonra, mas com os humildes está a sabedoria" (Provérbios 11.2). 
Em outra fala, disse o mesmo sábio que "quando um homem experimenta a ruína, é porque antes dela veio a soberba e a altivez de espírito, que leva à queda" (Provérbios 16.18).

Quantos exemplos bíblicos nós temos que nos mostram que povos e nações inteiras foram arruinadas porque vestiram-se de orgulho e desdenharam de seu destino. Homens que podiam ter alcançado êxito mas pisaram nas oportunidades de marcarem seus nomes na galeria dos vencedores da história.
Quem não se lembra do célebre caso de alguém no transatlântico Titanic que, à bordo do maior encouraçado construído até então, disse: "este nem Deus afunda". Pouco mais de duas horas depois, batendo em um pedaço de água congelada, estava no fundo do mar com mais de 1700 passageiros. Quem não se recorda de ter lido ou ouvido o embate entre o pequeno Davi e o grande Golias que, desprezando aquele garoto, valia-se de seu tamanho, força, experiência e equipamentos bélico? Qual foi o fim da história? Uma pedra, colhida à beira de um ribeiro, acabou com a panca de um guerreiro que estribava-se em sua auto confiança exagerada.

Em tudo isso podemos tirar grandes lições para a nossa vida cotidiana; a de que todos somos limitados e substituíveis. O mundo não gira em torno de nós, nem de nosso público de admiradores ; aliás, nosso mundo seria monótono e medíocre se assim o fosse . Precisamos respeitar nossos limites de tempo, idade, conhecimento e força, mensurar a capacidade alheia e aprender lições que potencialize a nossa.
Certamente o que mais doeu em Anderson Silva não foram os golpes precisos de um oponente que não tomou conhecimento de sua fama e torcida: a dor que ainda lateja foi descobrir, naquele momento, que ele não é invencível e que sua atitude infantil frustrou milhares de pessoas que acreditam nele. O que ele não sabia é que Chris Weidman, um americano de 29 anos e com muito menos experiência, 13 anos mais novo, era formado em psicologia e o estudou por meses para derrotá-lo, não caindo na sua teia de provocações.

Depois disso, envergonhado, quis justificar o injustificável ao fim da luta,  e ouviu quase 10 minutos de vaias ininterruptas. Manifestou o desejo de abandonar os ringues mas, convencido pela cúpula esportiva, já sonha com uma revanche; assim, terá a oportunidade de mostrar que, com seriedade, se pode vencer.

Ele vai voltar diferente. As derrotas, em qualquer área de nossa vida, nos amadurece, faz crescer e refletir. Passamos a ponderar sobre nossos planejamentos e a entender que todos os detalhes são importantes, por mínimos que sejam. Silva saberá a hora de parar ; parar com dignidade, maturidade, humildade.

Se voltar a cair, que seja lutando lealmente, respeitosamente, diligentemente, como um verdadeiro campeão: nunca mais virando as costas para o adversário e desdenhando do inesperado

Anderson Silva aprendeu e ensinou algo importante a todos nós: errar uma vez é humano. Duas, burrice.


segunda-feira, 1 de julho de 2013

NÃO sou evangélico!


Por Pastor Walmir Andrade

Pode a primeira vista parecer estranho que este escritor, que lidera uma comunidade cristã pós reformada, faça tamanha afirmação. Por isso, antecipo-me, antes que alguém pense ou afirme que apostatei da fé evangélica, que continuo firme nas minhas convicções e que tal abordagem é uma reflexão da descaracterização do termo evangélico. Pois o que temos aí fora é um evangeliquês popular e mercantilista que se apresenta na mídia como Igreja Evangélica e afeta os genuínos evangélicos que não têm se corrompido com os sofismas deste mundo vil e enganoso.

Eu tenho a alegria e o contentamento de ser pastor batista e líder de uma comunidade que procura viver princípios e valores incorruptíveis. Entretanto, muitas coisas têm acontecido para que hoje eu escreva sobre esta temática. Muitas coisas horrendas são praticadas em nossos dias por aqueles que, garbosos, têm prazer em ostentar o nome de “EVANGÉLICOS”. Será que o problema estará na terminologia? Com toda certeza, não é esse o problema. O termo “evangélico” está profundamente ligado ao Evangelho de Jesus Cristo. Originalmente, ser evangélico era ser adepto, seguidor e amante do Evangelho do Senhor Jesus Cristo. Há pouco tempo, ser evangélico e ser cristão eram quase sinônimos, mas a ascensão em segmentos sociais produziu nos arraiais evangélicos ações nocivas ao testemunho e à definição do termo enquanto pessoa e enquanto comunidade.

Quero elencar alguns fatores sobre a temática proposta neste artigo, sem contudo ofender e citar nomes de grupos ou de pessoas. Ao afirmar neste artigo que não sou evangélico, não estou a negar meus valores e nem tampouco os princípios que defendo com tanta avidez na minha comunidade de fé. Antes estou a negar meu envolvimento com a conotação que o termo tomou atualmente. Estou a negar, sim, minha anuência àquilo que é tão comum entre as “diversas igrejas e correntes protestantes”.

Não sou “evangélico” e nem quero fazer parte de um grupo denominado “evangélico”, se não for para protestar em nome da verdade, da justiça e da santidade. Quando olho para alguns “evangélicos” vejo que estes relegaram a história da Reforma Protestante à categoria de acontecimentos pertencentes a uma espécie de “arquivo-morto”. A grande maioria não sabe quem foi John Huss, Lutero, Calvino, ou nem mesmo tem ciência de algum movimento que promoveu a grande transformação na igreja do Senhor Jesus. Vivemos dias que nem sequer sabem o que foi a Reforma, os fatores e as conseqüências deste movimento do século XVI, bem como seus desdobramentos históricos. Sem história, sem valores e sem princípios não existe cristianismo, logo não existe evangelho, apenas movimentos religiosos.

Não sou “evangélico” porque os “evangélicos” de hoje abandonaram a Bíblia para seguirem seus próprios corações pecaminosos. Abandonaram o porto seguro da Palavra de Deus para se fundamentarem na mais imunda espécie de corrupção. As vezes me pergunto quem crerá no evangelho do Senhor Jesus se os “evangélicos” de hoje estão mais preocupados em atender a religiosidade do terceiro milênio que é mística, esotérica, e consumista movida por uma teologia da prosperidade e do triunfalismo sem fim, ao invés de anunciar ao mundo e a todos os homens, em todos os lugares, que a busca pela liberdade tão sonhada por estes tem levado-os a uma degeneração e depravação moral.

Não sou “evangélico” porque não concordo com o envolvimento de lideranças evangélicas na vida política do Brasil. Por isso, e somente por isso, quero expressar, nestas simples linhas, minha opinião sobre este fenômeno nauseante que é o envolvimento de alguns líderes das igrejas evangélicas nesse carnaval luciferiano, vaidoso, orgulhoso, que está entulhando nossas igrejas de homens amantes de si mesmos, manipuladores e interesseiros, que estão em busca do poder terreno e dos benefícios nada cristãos que eles oferecem.

Para encerrar, quero deixar claro que não sou radicalmente contra o envolvimento de evangélicos com a política, mas só vou acreditar nesses que se dizem “representantes do povo de Deus”, quando os mesmos se levantarem veementemente contra a corrupção que está entranhada em todos os níveis e poderes da política brasileira, e se abstiverem de participar de negociações espúrias, que só trazem prejuízos ao povo brasileiro e promove a perpetuidade das maldades políticas e das diferenças sociais que nos fazem sofrer tanto.
Agora, quando olho para o nosso país e vejo o crescimento de evangélicos, seria para vibrar, no entanto, o que poderia trazer grande alegria na verdade gera um sentimento de indignação. “Por quê?”, alguém pode me perguntar. Eu respondo afirmando que Evangélico no Brasil virou sinônimo de movimento financeiro religioso, algo meio sem ética – ou totalmente, se preferir – em que se rouba e depois ora pedindo perdão a Deus. O “mensalão” de Brasília revela não apenas o que há de pior na política brasileira, mas algo cheira mal na fé evangélica também.
A verdade é que hoje a cristandade está com a síndrome de Geazi, servo do profeta Eliseu (2Reis 5:20-27). Correndo atrás dos tesouros de Naamã, a cristandade gananciosa (2Reis 5:20) mente e camufla situações para justificar seus pecados (2Reis 5:22); pior, esconde o pecado (2Reis 5:24), mostrando a hipocrisia em que vivem (2Reis 5:25). Desta vez foi a gota d’água, ver um pastor, que é deputado distrital – o que já é incoerente, pois ou é pastor ou deputado – e o presidente da Câmara orando e pedindo a Deus pelo gestor das fraudes, chamando-o de “instrumento de bênção para nossas vidas e para a cidade”. Para a cidade de Brasília eu não sei, mas parece que o gestor financeiro do mensalão foi uma “bênção” para outros.
Por isso não me chamem de “evangélico”, pois este termo implicava numa atitude baseada no Evangelho de Cristo, mas hoje isso virou um termo jocoso e maldoso. Não quero mais saber deste evangelicalismo sem ética, sem doutrina e que está mandando milhares para o inferno. Chega deste evangelho de faz-de-conta, em que Jesus é apresentado como um “amigão”, mas nunca como Senhor. Chega deste “evangelho” sem cruz, sem vergonha e mentiroso. Com certeza, Pedro está certo quando afirma pelo Espírito Santo: “… Tais homens têm prazer na luxúria à luz do dia… enganam os inconstantes e têm o coração exercitado na ganância. São malditos. Eles se desviaram, deixando o caminho reto e seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça” (2Pedro 2:13-15).
Aqui não é um julgamento. Que ninguém me venha com a falácia de “Não julgueis para não serdes julgados”, pois isso é um simplismo de que se aproveitam muitos daqueles que são desonestos e usam a Bíblia para justificar suas ações. Diante da injustiça não podemos nos calar, seja ela de um evangélico ou não. Não me chamem de evangélico, pois não quero este evangelho mercadológico. Quero apenas ser cristão, quero apenas seguir a Cristo e viver para Ele.

extraído do site: http://www.sibapa.net/nao-sou-evangelico/

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O cristão e os extraterrestres

Por Willy Santos



Alguns cristãos têm me perguntado o que eu acho sobre a existência de extraterrestres e, consequentemente, de discos voadores. Digo que não acredito, por alguns motivos, ainda que existam "evidências" orais e até vestígios de que eles passaram por aqui. Como sabemos, a mente do homem sempre foi muito fértil para a criação de seus deuses, monstros mitológicos, contos, estórias veiculadas ao longo dos séculos. E com o além-terra não seria diferente; ao olhar a imensidão de estrelas e corpos celestes, imagina o homem, que seria impossível que estivéssemos sozinhos no universo.

É nisso que crêem os ufólogos, que pesquisam por dezenas de anos a possibilidade de haver habitantes em outros mundos e até um possível contato. A partir de 1935, após Erch Von Daniken publicar o livro Erinnerungen an Die Zukunft (Recordações do Futuro), em português, "Eram os deuses astronautas?", o assunto virou uma verdadeira febre, especialmente com o filme ET de Spielberg.

Elaborei, então, sete razões porque não acredito em disco voador ou extraterrestres:

1) A mensagem ufológica coincide com ensinos esotéricos. Enquanto o esoterismo deu vida aos elementos da natureza (duendes e demais frutos da fantasia), enchendo-lhes de ensinamentos filosóficos e místicos, a ufologia tem atribuído semelhantes conhecimentos aos imaginários mestres cósmicos.

2)  A ufologia científica que depende exclusivamente de fatos, na prática, utiliza evidências circunstanciais: fotos, filmes, supostas aparições e relatos não comprovados que, em primeira mão, são inusitados mas desbaratados com o tempo, após esclarecimento. Essa é a posição do respeitado cientista Carl Sagan que, embora cresse em vida extraterrestre e procurasse investir em sua busca através de aparelhos com sofisticados sistemas de comunicação, a ponto de criar um centro de escuta intergalático, admitiu que nunca conseguiu sequer um contato bem sucedido.

3) Além dos fantásticos contatos das visões ufológicas, encontramos também o surgimento de seitas apocalípticas envolvidas com manifestações de OVNI'S. Como diz as Escrituras " Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obediência a espíritos enganadores e a ensinos de demônios..."1 Timóteo 4.1

4) Frequentemente os relatos sobre discos voadores estão ligados ao ocultismo, à paranormalidade, condenada na Bíblia

5) Se fosse um fato de tanta relevância assim, certamente a Bíblia, revelação de todas as coisas ao homem, faria menção sobre o assunto, já que envolve a origem, existência e destino dos seres humanos na  Terra.

6) Grande parte dos ufólogos torcem textos da Bíblia, como por Exemplo os do Profeta Ezequiel, quando fala da glória de Deus e das aparições angélicas.

7) O movimento Nova Era está diretamente relacionado a este assunto, defendendo a existência dos chamados mestres cósmicos e do fenômeno da canalização. Como disse Paulo à igreja de Corinto " mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo" - 2 Corintios 11.3

Portanto, entendo ser legítima a curiosidade em se conhecer o desconhecido, os mistérios do espaço, o que esconde as estrelas, o que acontece na vastidão cósmica além daqui...porém, transformar isso em verdade ou moda só serve para confundir a mente da humanidade e, num claro propósito maligno, desviar o foco dos acontecimentos futuros, estes sim, vaticinados e revelados nas Escrituras.

O Apóstolo Paulo, então, adverte sua igreja dizendo " Mas, rejeita as fábulas profanas e, de velhas, caducas" - 2 Timóteo 5.7

Quer saber mais, acesse este lynk muito interessantehttp://www.youtube.com/watch?v=hDO8VykYCH8

sábado, 22 de junho de 2013

E ISSO, NÃO É VIOLÊNCIA???

Prefeito, Governador e Presidenta: VOCÊS SÃO CONTRA A VIOLÊNCIA???


Toda forma de violência deve ser repudiada, seja verbal, velada ou nos atos. Embora seja o ensinamento mais difícil de se cumprir, Jesus mandou que amássemos até os inimigos. Após as manifestações contra as mazelas governamentais, pudemos ver o saldo negativo deixado por aqueles que, infiltrados no meio da massa pacífica, trataram de exacerbar suas frustrações e índole bestial.
Esses grupos acabaram estragando um propósito legítimo, um ato democrático de direito e uma reivindicação justa. Os noticiários exploraram a violência apresentada o quanto puderam ; os governantes apareceram para, como paladinos da justiça e moralistas "exemplares", condenarem a bandalheira promovida em tantas cidades.
A polícia, querendo exercer seu papel de contenção da perturbação da órdem, desequilibrou-se e cometeu excessos, engrossando a massa dos violentos. Bateram, mas apanharam muito também, talvez, recebendo o trôco pelos tantos jovens pobres que agridem gratuitamente nas periferias de nosso país.

Mas eu gostaria de deixar algumas perguntas ao prefeito, ao governador e à presidenta:
- cobrar altíssimos IMPOSTOS do povo, embutidos em todos os produtos consumidos, fora aqueles que pagamos, como IPTU, IPVA, ICMS, pedágios, taxas diversas, etc. e não vermos retorno à altura do que gastamos, NÃO É VIOLÊNCIA?

- permitir que nos HOSPITAIS não tenha médicos suficientes para a demanda, que pessoas passem quatro ou cinco horas em uma fila, que não haja remédios para atender a população carente, que pacientes tenham de esperar meses para um exame em especialidades, sejam atendidos no chão por falta de leitos, que aparelhos essenciais não funcionem, que os índices de infecção hospitalar progridam por falta de higiene e esterilização de utensílios, que pessoas morram por falta de atendimento, NÃO É VIOLÊNCIA? Onde está o IPMF cobrado, destinado a saúde?

- Andarem em carros blindados, com batedores à frente desobstruindo o trânsito, segurança elitizada vinte e quatro horas à disposição ; voarem nos seus helicópteros e jatinhos enquanto o povo se engalfinha, pagando uma passagem cara, para conseguir entrar em um ÔNIBUS ou vagão de TREM para ir trabalhar, NÃO É VIOLÊNCIA? O que os senhores acham de, pelo menos um dia andarem dividindo o espaço de um metro quadrado em vagão de METRÔ com outras sete pessoas? 

- NÃO É VIOLÊNCIA, senhor prefeito, deixar que milhares de pessoas nos arredores da cidade fiquem sem serviço de esgoto, iluminação e lazer e o senhor só apareça lá em época eleitoral?

- NÃO E VIOLÊNCIA, senhor governador, que policiais militares ganhem um salário miserável, saindo de casa para trabalhar todos os dias, sem saber se voltarão, para proteger o cidadão com armamento obsoleto, coletes balístico usado coletivamente (quando cada policial deveria ter o seu), tendo de fazer bico para ter um salário digno - tempo que deveria ser gasto com suas famílias?

- NÃO É VIOLÊNCIA, senhora presidenta, vir a público em horário nobre apenas para condenar os atos de vandalismo de grupos minoritários e reiterar suas mentiras de campanha, quando poderia ter pedido desculpas a todos os brasileiros por não fazer nem a metade do que prometeu? 

- senhores governantes, o SALÁRIO MÍNIMO no Brasil é de 678 Reais e, para aumentá-lo leva-se meses de discussões e tergiversações, afinal, se aumentá-lo "demais" o nosso país pode "quebrar". Os senhores conseguiriam viver com esse valor por um mês? Milhares de heróis conseguem...enquanto isso vocês aprovam os próprios salários em um mesmo dia, fora todos os benefícios como vale-paletó, vale-copa, viagens e cartões corporativos, carros novos trocados anualmente, enfim, são beneficiados em tudo, em detrimento do sofrimento do pobre. E ISSO, NÃO É VIOLÊNCIA?

- Nossos professores estão desmotivados com salários miseráveis, sem estrutura aceitável...o investimento em educação é ínfimo, afinal, pra que ter professores entusiasmados e alunos bem assessorados? Um povo ignorante é mais fácil de ludibriar. Milhares de crianças estão sem educação, lazer e cultura...o prefeito disse que os vândalos depredaram a Prefeitura e o Teatro Municipal, dois "prédios do povo" (??)...que povo? O povo elitizado, ou aqueles que fazem parte da base da pirâmide social? Escolas caindo aos pedaços, sem investimento tecnológico ; professores violentados por "alunos" que se blindam com o ECA, centenas deles em tratamentos psicológicos e psiquiátricos por não terem mais condições de trabalhar...ISSO NÃO É VIOLÊNCIA?

- LEGISLAÇÃO arcaica, cheia de brechas que permite que marginais fiquem soltos e os cidadãos de bem tenham que se trancar ; que menores infratores se proliferem como ratos, amparados pela impunidade ; com um Ministro da Justiça mudo e negligente...ISSO NÃO É VIOLÊNCIA?

- Querem aprovar a PEC 37 que impede que o Ministério Público investigue políticos corruptos. Já temos, por exemplo, na presidência da Comissão de Constituição e Justiça dois condenados do mensalão (João Paulo Cunha e José Genoíno), na Presidência do Senado o sr. Renan Calheiros, corrupto de mão cheia ; enquanto isso, como já noticiado tantas vezes, uma dona de casa que rouba um pote de manteiga ou um cidadão que rouba um quilo de carne fica preso durante meses, porque não aparece advogado para defendê-los...ISSO NÃO É VIOLÊNCIA?

- Investir nosso suado dinheirinho em Copa do Mundo, Carnaval, Passeata gay trouxe algum benefício para o cidadão comum? Qual você prefere: estádios bonitos ou hospitais, escolas e avenidas bonitas?

A bola da nossa copa já foi apelidada de de CAFUZA (Carnaval, futebol e samba), mas deveria ser chamada de MICOSE (miséria, corrupção e sem-vergonhice)

Sim, somos violentados diariamente pelos governantes quando nos enganam, quando nos causam falsas expectativas, quando nos fazem sonhar com uma vida melhor e, como um pesadelo nos fazem enxergar a realidade de seu desprezo, ISSO É VIOLÊNCIA!

Somos roubados, maltratados, manejados como massa de manobra, vituperados em nossos direitos, cerceados em nossa legitimidade de requerer o óbvio. ISSO NÃO É VIOLÊNCIA?

Quem são vocês para falar em violência, então? Se alguém tem de falar em violência somos nós, que a sofremos todos os dias...somos especialistas em violência.

Da próxima vez que for falar ao povo em cadeia nacional, presidenta, peça desculpas!

CHEGA DE VIOLÊNCIA!

domingo, 12 de maio de 2013

A mãe mais má do mundo!!!

O referido texto foi publicado por ocasião da morte estúpida de Tarcila Gusmão e Maria Eduarda Dourado, ambas de 16 anos, em Maracaípe - Porto de Galinhas. Depois de 13 dias desaparecidas, as mães revelaram desconhecer os proprietários da casa onde as filhas tinham ido curtir o fim de semana. A tragédia abalou a opinião pública e o crime permanece sem resposta.

Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:

- Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".

- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

- Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.

Estou contente, venci. Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:

- "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...".

As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão. Ela insistia em saber onde estávamos à toda hora (ligava no nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails). Era quase uma prisão! Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia, que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil".
Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.

A nossa vida era mesmo chata! Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).

Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:
- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA!

Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como ela foi. EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!
Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra
JesusSite /2008

OBS.: Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.
Provérbios 22:6

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Famosos que estão na pior

Por Willy Santos

A fama é um estágio da vida onde todos querem chegar, afinal, ela traz enlevo da auto-estima, projeção pessoal, prestígio e dinheiro.

Por ela muita gente se corrompe, separa-se dos velhos amigos, tornam-se orgulhosos e pensam que o o mundo gira em torno de si. O que antes era tão natural e inerente ao ser humano, como conversar, dialogar, chega a ser motivo de cobranças absurdas, afinal, o famoso "não pode falar com qualquer um" e isso tem um custo. Paga-se fortunas para ter famosos em uma festa particular, fotografar com ele, apenas para valorizar o evento. Mesmo sendo meros comedores de arroz e feijão, estão em uma aura acima dos demais "mortais", que não podem se aproximar, a troco de levar alguns safanões de algum segurança com cara de pitbull.

 O nome é levado pelo vento da globalização aos quatro cantos do país (e até fora dele), e o acesso aos bens luxuosos são destaque nas páginas da Revista Caras. Enquanto isso, os meros "mortais", dos quais falei a pouco, mordem-se de desejo de serem iguais, de possuir o que eles possuem e, no mínimo, de estarem perto de seu ídolo, levando para casa um rabisco em um pedaço de papel.

Será que a vida é mesmo assim? Até que ponto é importante ser famoso? Abaixo, temos alguns exemplos de gente que viveu o contexto citado acima, mas hoje, estão "caídos na sarjeta da fama", e isso, por experiência vista "N" vezes, é sinal de que a arrogância veio primeiro e o orgulho cegou a visão do caminho. O sábio salomão já havia dito isto, em Provérbios 16:18 "a soberba precede a ruína, e a altivez de espírito precede a queda". Esta é a fórmula para alguns que estão em cima serem relegados ao esquecimento, ostracismo e enxergarem o outro lado da fama. Aqui estão alguns dos exemplos, entre centenas, de pessoas que, por estarem longe de Deus, esqueceram-se das palavras de Jesus, quando disse: "que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Mateus 16:24)


Latino

Em 2010, o cantor Latino também quase foi despejado de sua casa no Recreio, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Um oficial de Justiça chegou a entregar a ação de despejo devido a falta de pagamento do imóvel nos últimos dois anos. O cantor teve que negociar a dívida para continuar tendo onde morar. (Foto: Agnews)



No início de 2013, a dançarina Mulher Melão teve que deixar o apart-hotel na Barra da
Tijuca, Rio de Janeiro, onde morava e voltar para a Vila Valqueire, seu antigo bairro. O
motivo? A loira não conseguia mais arcar com as despesas do lugar. (Foto: Agnews)





Luisa Marilac, que ficou famosa na internet como esbanjadora por lançar o bordão "Se isso é estar na pior, o que é estar bem?", se endividou por conta da fama repentina e agora mora em um cortiço na cidade de Guarulhos, em São Paulo. "Me prometeram um monte de coisas, fiz comercial, me diverti, mas não ganhei nem um tostão. Diziam que era para eu ficar famosa primeiro e depois iria ter uma chance. Hoje me chamam de bizarra", contou em entrevista para o jornal "Extra" em fevereiro de 2013. (Foto: Agnews)


Belo e Gracyanne podem estar afogados em dívidas. Eles estariam devendo mais de R$ 300 mil para marceneiros, lojas de móveis e também para uma profissional que reformou a mansão do casal. "Ele ainda me deve R$ 88 mil e tenho em minhas mãos R$ 136 mil de cheques da Gracyanne devolvidos", disse a arquiteta Graça Arantes em entrevista ao jornal 'Extra'. Em janeiro de 2013, o casal teria recebido até uma ordem de despejo e, além de tudo, o cantor ainda é réu em processos onde é acusado de não pagar funcionários e atrasar salários de músicos. Mesmo em meio a cobranças, o casal fez uma festa luxuosa de casamento em 2012 e viajou para Paris em abril de 2013 para curtir uma lua de mel atrasada. (Foto: Agnews)


No final de abril de 2012, as cantoras Pepê e Neném receberam uma ordem de despejo do apartamento onde moram no Rio de Janeiro. Elas estavam devendo nada mais, nada menos que R$ 15 mil somente de aluguel. Graças a uma ajuda do "Programa da Tarde", a dupla conseguiu uma doação de R$ 20 mil e pagou a dívida. "Nossa! Ficamos muito felizes, nós não tínhamos o que fazer ou de onde tirar esse dinheiro. Estávamos desesperadas, sem ter pra onde ir", comemorou Neném em entrevista ao site 'Ego'. (Foto: Agnews)

O ator Maurício Mattar está vivendo de favor na casa da ex-mulher. Segundo informação do site 'Ego', ele foi processado por sua filha Petra devido a um atraso no pagamento das pensões alimentícias e ficou sem ter para onde ir. O pagamento está atrasado há três meses e já chega ao valor de R$ 34 mil. (Foto: Agnews)


Esta é uma pequena relação de pessoas que permitiram que a fama lhes roubassem o gosto pela vida, a felicidade real e a liberdade legítima. Deixo aqui as sábias palavras do Apóstolo Paulo, escrevendo a Timóteo, sobre dinheiro e os verdadeiros valores da vida:

Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele.
Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.
Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.
Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão.
1 Timóteo 6:7-11

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Os conferencistas-palhaços e as igrejas-circo

Faz alguns anos que, em um noticiario vespertino semanal, vi pela primeira vez um picadeiro dentro de uma igreja. A matéria falava acerca de alguns padres revolucionários que se vestiam de palhaço para atrair a atenção dos "fiéis". Lembro que um deles improvisou um picadeiro junto ao púlpito e andava na corda bamba todos os domingos pela manhã. Em uma outra igreja, um clérigo dava "saltos mortais" antes de proferir a homilía, e é obvio que a frequencia aumentou consideravelmente.
Não é de hoje que a igreja católica usa estratégias estranhas para atrair discípulos para si, e qualquer um que já foi católico sabe que o que atrai as pessoas para as quermesses não é o sermão do padre e sim os grupos de axé, forró e pagode que se apresentam nessas "solenidades", além – é claro – dos CDs piratas, do churrasquinho de gato, a cerveja gelada, o tiro ao alvo e todo tipo de entretenimento que é oferecido nas barraquinhas. Mas o que me entristece não é apenas a apostasia do catolicismo romano ou o aumento dessa apostasia nos círculos católicos, e sim a percepção de que há muito que o mesmo vem ocorrendo nos círculos evangélicos. O sermão expositivo tem perdido a importancia nas igrejas e nossos altares tem sido literalmente profanados. O púlpito já não é – como dizia João Calvino – o trono de Deus de onde o Ele governa a igreja, agora ele virou palco para apresentação dos auto-denominados "levitas" e suas músicas de auto ajuda que mais exaltam ao homem que a Deus. Basta prestar atenção na letra dos supostos "hinos" para perceber que o foco central não é Cristo, e sim o crente "forte, corajoso, destemido, ungido, protegido", etc.,etc.
Embora ainda não tenha visto nenhum pastor vestido literalmente de palhaço como ocorria com os padres naquele noticiario, tenho visto muita gente fazendo palhaçada na igreja. Parece que o requisito para ser um bom pregador mudou: agora a vida de oração e o conhecimento das Escrituras não são o fator preponderante na ordenação de um ministro; é o carisma e a capacidade de interagir com o auditório.
Fico realmente absorto com a cara-de-pau desses pseudo-pregadores avivalistas, que são capazes de passar uma hora completa sem citar nenhum texto bíblico. Eles usam frases como "levanta a mão e dá glória", "profetiza pro teu irmão", e o famoso chavão "quem tem promessa não morre", dissimulando assim a sua falta de conteúdo. Certa vez eu passei duas horas e meia sentado ouvindo um pregador imitar um leão: a cada cinco ou dez minutos ele dava uma "roncada" no microfone – com que finalidade, não sei. O mais triste de tudo foi ver muitos obreiros da casa compromissados com a ortodoxia, com bom conhecimento bíblico e bom testemunho entre os irmãos, sentados na tribuna como se fossem uma peça sem valor, enquanto o pregador (que ninguém sabia de onde era, um tipo meio Melquisedeque), sem nenhuma dessas qualificações, fazia a festa na "nossa casa". Havia mais de cinco mil pessoas presentes, o que seria uma ótima oportunidade para apresentar o Cristo crucificado, ressurreto, glorioso e Salvador, mas o "pregador" passou todo o tempo repetindo chavões, de modo que quando foi feito o apelo, ninguém foi a frente receber a Cristo. Que feio!
Embora ainda jovem, sinto que sou parte de uma geração de pregadores que faz parte do passado, jurássicos, dinossáuricos, pré-diluvianos. Infelizmente os pregadores expositivos, que pregam todo o conselho de Deus e que primam por uma boa ortodoxia, e consequentemente uma melhor ortopraxia, são peças de museu. Por outro lado, assim como a droga – que é facilmente encontrada na esquina – os pregadores shows são abundantes no mercado. Sim, eu disse mercado, porque a indústria do entretenimento evangélico tem movimentado milhões. Os pregadores do momento, com suas roupas extravagantes e suas mensagem esquisitas cobram o olho da cara para apresentar suas performances, e o dinheiro que poderia ser investido em novas congregações, em salário para os obreiros locais ou em ajuda missionária acaba indo parar na mão desses irresponsáveis pregadores de modismos.
AINDA não soube de nenhuma igreja evangélica que tenha armado um picadeiro no púlpito literalmente, figuradamente posso dizer que tem muito pregador palhaço por aí andando na corda bamba, fazendo contorcionismo exegético e tratando levianamente um tão "respeitável público", o povo de Deus. Assim como nas quermesses que eu frequentava antigamente, nos nossos congressos é possivel encontrar grupos de axé, forró ou de pagode, além das famosas bararquinhas com seus CDs piratas e churrasquinho de gato. Só falta mesmo algum "irmão maluco" vendendo cervejinha pra moçada. Esse é o triste quadro do protestantismo brasileiro. Como diria o telejornalista Boris Casói: "Isto é uma vergonha".


do Blog Púlpito Cristão / 2008